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Próxima cut-off date: 26 de novembro

O StartUP Voucher é uma das medidas da StartUP Portugal - Estratégia Nacional para o Empreendedorismo, que dinamiza o desenvolvimento de projetos empresariais que se encontrem em fase de ideia, promovidos por jovens com idade entre os 18 e os 35 anos, através de diversos instrumentos de apoio disponibilizados ao longo de um período de até 12 meses de preparação do projeto empresarial.
Esta medida destina-se a projetos que beneficiem as regiões NUT II - Norte, Centro e Alentejo ou NUT II - Lisboa, admitindo-se a realização de ações fora das mesmas desde que beneficiem a economia daquelas regiões.
O próximo período para apresentação de candidaturas ao StartUP Voucher decorre até 26 de novembro de 2020, até às 18h:00 (hora local de Portugal Continental). Mais informações: inova@inovagaia.pt

Fonte: AEP

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750 milhões para Micro e Pequenas Empresa

750 milhões de euros é a verba que o Governo vai atribuir, em subsídios a fundo perdido, a micro e pequenas empresas, avançou, ontem, o ministro da Economia em conferência de imprensa. Em simultâneo, vão ser abertas linhas de crédito, também num total de 750 milhões, para empresas exportadoras e 50 milhões para empresas ligadas a eventos. Financiamento proveniente de fundos comunitários, explicou Pedro Siza Vieira.

Chama-se apoiar.pt o programa dos subsídios e pretende ajudar as empresas que tenham uma quebra de atividade de pelo menos 25% (na comparação dos primeiros nove meses do ano face ao mesmo período do ano passado) e que atuem em setores fortemente afetados pela crise, como o comércio e serviços abertos ao público, atividades culturais, alojamento e restauração.

O valor máximo a que cada micro empresa terá direito ascende a 7.500 euros e no caso das pequenas empresas estão em causa até 40.000 euros. Os subsídios foram calculados tendo em conta, em média, os custos fixos das empresas em função do que faturam.

O ministro da Economia acredita que estes subsídios podem abranger cerca de 100 mil empresas. Para ser elegíveis, estas empresas têm de ter tido capitais próprios positivos no final do ano passado e precisam da situação regularizada junto das Finanças, da Segurança Social e da banca.

Outro ponto crucial para conseguir o subsídio: podem despedir, nem distribuir dividendos.

Pedro Siza Vieira, apesar de ser cauteloso, entende que deverá haver condições para que o dinheiro comece a ser concedido até ao final deste ano.