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APP dá novo alento ao Comércio Local de Gaia

Os CTT e a Inovagaia, em articulação com a Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, estabeleceram uma parceria para a APP CTT Comércio Local, um serviço digital que facilita a presença online dos comerciantes locais e dos pequenos produtores.

O serviço CTT Comércio Local é uma oferta inovadora que permite que os produtores locais e pequenos comerciantes, que tradicionalmente têm apenas atividade de comercialização física, passem a ter uma plataforma eletrónica onde podem vender os seus produtos, gerando negócio de comércio eletrónico. Desta forma, permite que os comerciantes locais possam expor e escoar os seus produtos online, e que os munícipes efetuem as suas compras a partir da segurança do seu lar. Em Vila Nova de Gaia, esta solução é implementada através da Inovagaia que, em articulação com a Câmara Municipal, disponibiliza a aplicação gratuitamente aos aderentes do comércio local.

Este serviço ajuda a promover a sustentabilidade do tecido empresarial nacional, em linha com a aposta dos CTT em produtos e serviços digitais inovadores para as diferentes necessidades de todos os clientes, dos particulares às grandes empresas, passando pelos pequenos comerciantes e produtores locais. Com esta aposta, os CTT reforçam a sua missão de apoiar a transição digital destas empresas e produtores que, de outra forma, dificilmente teriam acesso a uma plataforma online para a venda dos seus produtos.

Se é comerciante, não pode perder esta oportunidade. Mais informações, envie-nos email para inova@inovagaia.pt, ou através do telefone 227 334 140.

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750 milhões para Micro e Pequenas Empresa

750 milhões de euros é a verba que o Governo vai atribuir, em subsídios a fundo perdido, a micro e pequenas empresas, avançou, ontem, o ministro da Economia em conferência de imprensa. Em simultâneo, vão ser abertas linhas de crédito, também num total de 750 milhões, para empresas exportadoras e 50 milhões para empresas ligadas a eventos. Financiamento proveniente de fundos comunitários, explicou Pedro Siza Vieira.

Chama-se apoiar.pt o programa dos subsídios e pretende ajudar as empresas que tenham uma quebra de atividade de pelo menos 25% (na comparação dos primeiros nove meses do ano face ao mesmo período do ano passado) e que atuem em setores fortemente afetados pela crise, como o comércio e serviços abertos ao público, atividades culturais, alojamento e restauração.

O valor máximo a que cada micro empresa terá direito ascende a 7.500 euros e no caso das pequenas empresas estão em causa até 40.000 euros. Os subsídios foram calculados tendo em conta, em média, os custos fixos das empresas em função do que faturam.

O ministro da Economia acredita que estes subsídios podem abranger cerca de 100 mil empresas. Para ser elegíveis, estas empresas têm de ter tido capitais próprios positivos no final do ano passado e precisam da situação regularizada junto das Finanças, da Segurança Social e da banca.

Outro ponto crucial para conseguir o subsídio: podem despedir, nem distribuir dividendos.

Pedro Siza Vieira, apesar de ser cauteloso, entende que deverá haver condições para que o dinheiro comece a ser concedido até ao final deste ano.